Deve ser sempre renovadora, atendendo todas as categorias sociais, econômicas, políticas e culturais, pobres, classe média e a elite social; Que se difunda uma espiritualidade de gratidão e solidariedade sem se preocupar com resultados ou com recompensa; abrir-se às novas experiências, estilos e linguagens que possam encarnar o Evangelho; Não se esquecer nunca que a paróquia é uma comunidade de comunidades e estas devem valorizar experiências advindas de outras comunidades que estão acima da paróquia ou até mesmo da diocese, desde que sejam experiências positivas; não se pode esquecer numa pastoral urbana de integrar em todos os trabalhos os elementos próprios da vida cristã, como a Palavra, a Liturgia, a Comunhão fraterna, o Serviço, especialmente aos que mais sofrem; Difundir a Palavra de Deus com alegria e ousadia e que se valorize na paróquia a formação paroquial, aquela em que todos os envolvidos nas mais variadas pastorais sejam incentivados a participar para podermos responder às grandes perguntas e às aspirações de hoje; fomente a pastoral da acolhida aos que chegam à cidade e aos que nos visitam e isso pode ser feito por meio de visitas às casas, ou usar os meios de comunicação social, mas, tudo isso será em vão se não houver de nossa parte a aproximação; ofereça atenção especial e cuidado aos que se encontram enfermos, encarcerados, excluídos, dependentes químicos, os que moram nas fronteiras das nossas periferias e de um modo especial às famílias desintegradas. ( DOCUMENTO DE APARECIDA 517)
sexta-feira, 28 de março de 2014
COMO DEVE SER A PASTORAL URBANA SEGUNDO O DOCUMENTO DE APARECIDA
Deve ser sempre renovadora, atendendo todas as categorias sociais, econômicas, políticas e culturais, pobres, classe média e a elite social; Que se difunda uma espiritualidade de gratidão e solidariedade sem se preocupar com resultados ou com recompensa; abrir-se às novas experiências, estilos e linguagens que possam encarnar o Evangelho; Não se esquecer nunca que a paróquia é uma comunidade de comunidades e estas devem valorizar experiências advindas de outras comunidades que estão acima da paróquia ou até mesmo da diocese, desde que sejam experiências positivas; não se pode esquecer numa pastoral urbana de integrar em todos os trabalhos os elementos próprios da vida cristã, como a Palavra, a Liturgia, a Comunhão fraterna, o Serviço, especialmente aos que mais sofrem; Difundir a Palavra de Deus com alegria e ousadia e que se valorize na paróquia a formação paroquial, aquela em que todos os envolvidos nas mais variadas pastorais sejam incentivados a participar para podermos responder às grandes perguntas e às aspirações de hoje; fomente a pastoral da acolhida aos que chegam à cidade e aos que nos visitam e isso pode ser feito por meio de visitas às casas, ou usar os meios de comunicação social, mas, tudo isso será em vão se não houver de nossa parte a aproximação; ofereça atenção especial e cuidado aos que se encontram enfermos, encarcerados, excluídos, dependentes químicos, os que moram nas fronteiras das nossas periferias e de um modo especial às famílias desintegradas. ( DOCUMENTO DE APARECIDA 517)
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