quarta-feira, 6 de agosto de 2014

SOBRE A VISITA DO PAPA A ALBÂNIA EM SETEMBRO

Na Europa, a partir da periferia. Assim consideram na Albânia a primeira visita do Papa Francisco ao velho continente, que se realizará, com efeito, a Tirana, no dia 21 de Setembro. «Se falarmos do bem-estar material como o centro, então certamente a Albânia é uma periferia», diz o arcebispo K. Rrok Mirdita, entrevistado pela Rádio Vaticano. «Mas o nosso país - especifica - é rico de outros valores. Nós temos a população mais jovem do continente, apesar dos fluxos migratórios. Em síntese, para o prelado, «o Papa Francisco entra no continente europeu através do encontro com um povo que sofreu muito, mas que também tem muito a dar para a Europa». O Papa será recebido por «uma Igreja que esteve sempre ao lado do povo», num contexto que, hoje, leva a Albânia a ser «um modelo de coexistência religiosa». E uma contribuição para alcançar estes objectivos veio do testemunho da beata Teresa de Calcutá, que nasceu em Skopje, cujo nome está ligado de maneira indissolúvel ao povo albanês.

ORAÇÃO PARA A TERRA SANTA


     iniciativas para a Terra Santa - Em oração pela paz

2014-08-04 L’Osservatore Romano
Jerusalém, 4. Em concomitância com o acordo estabelecido entre Israel e Hamas para uma trégua que deveria garantir a suspensão das acções de guerra nos próximos três dias, multiplicam-se em todas as comunidades cristãs os anúncios de liturgias, orações e jejuns para pedir a Deus o dom da paz na Terra Santa. Na sexta-feira passada, na paróquia de são Tiago em Beit Hanina, o bispo auxiliar de Jerusalém dos Latinos, D. William Hanna Shomali, celebrou uma missa pela paz e pelo fim da guerra. E, como todas as sextas-feiras, pe. Mario Cornioli, sacerdote em Beit Jala, celebrou a missa debaixo das oliveiras do Vale de Cremisan e juntamente com os fiéis recitou o Santo Rosário diante do Muro de separação construído pelas autoridades israelitas.
Na quarta-feira passada o bispo auxiliar de Jerusalém dos Latinos, D. Maroun Elias Lahham, celebrou uma missa pela paz na igreja de Nossa Senhora de Nazaré em Sweifieh. «Estamos aqui – disse – para rezar por Gaza, pela Palestina, pelo Iraque, pela Síria, pelo Egipto e pela Líbia. Rezemos todos os dias, tenhamos confiança que o Nosso Pai que está nos céus ouça a nossa voz e veja tudo o que está a acontecer».
No Egipto, o patriarca copta-ortodoxo Tawadros II exortou os cristãos coptas a aderir ao jejum de quinze dias, de 7 a 22 de Agosto, para invocar o fim dos sofrimentos da população de Gaza. As Igrejas católicas no Egipto já começaram um jejum que continuará até à festa da Assunção, no próximo dia 15 de Agosto, para pedir à Virgem Maria que interceda a favor das populações sofredoras do Médio Oriente, começando pelo Egipto.
Entretanto a Fundação pontifícia Ajuda à Igreja que Sofre, em conformidade com o patriarca de Babilónia dos Caldeus, D. Louis Raphaël I Sako, convidou «todos os homens de boa vontade» a unirem-se ao dia mundial de oração pela paz no Iraque proclamado para a próxima quarta-feira, 6 de Agosto, por ocasião da festa da Transfiguração do Senhor. O patriarca caldeu redigiu e difundiu uma oração que todos os que aderirem à iniciativa, onde quer que estejam, podem recitar na quarta-feira ao meio-dia, durante o Angelus.

sábado, 2 de agosto de 2014

PAROQUIA EM MOVIMENTO

Imagens Google

SEMANA DA FAMILIA 2014 -> A Semana da Família começara no próximo sábado na missa das 19h30. Estaremos entregando no final das missas deste fim de semana a programação da semana da Família da nossa Paróquia. Temos no lado direito do altar a árvore da família onde você pode colocar a intenção pela sua família. Participe.

ECC PRIMEIRA ETAPA -> O ECC da Paróquia e da Catedral esta realizando neste final de semana aqui na Igreja dos frades mais um encontro da Primeira Etapa. Pedimos a sua oração para os casais participantes.

LITURGIA -> Pedimos a atenção de todas as equipes de liturgia das missas dominicais: Teremos nesta segunda feira dia 04 reunião da liturgia com todas as equipes . Avisamos  ainda que no dia 28 de agosto teremos um encontro com todas as equipes de canto da paróquia para trocarmos idéia a respeito dos cantos e musicas. (devemos olhar para esse encontro como um momento de formação).

CATEQUESE ->  ATENÇÃO PAIS E CATEQUISANDOS:
-No próximo sábado às 15 horas teremos a missa da catequese aqui na igreja dos frades.
- A catequese reiniciará quarta feira dia 06 e sábado dia 09


CURSO DE BATISMO -> Ainda estamos recebendo inscrições para o curso de batismo até terça feira dia 05. 

EVANGELHO DESTE DOMINGO DIA 03 DE AGOSTO

Comum 1418: O Pão Partilhado

Ao redor de uma mesa, acontecem fatos importantes
na vida das pessoas, das famílias e dos povos...
É momento de encontro, de fraternidade, de comunhão...
Comunica-se a alegria de um nascimento ou de um casamento; fortalece-se a amizade, estabelecem-se
contatos de trabalho e celebram-se ritos oficiais.

A Liturgia nos convida a sentar à mesa, que o próprio Deus preparou,
e onde nos oferece gratuitamente o alimento, que sacia a nossa fome
de vida, de felicidade, de eternidade.

Na 1ª leitura, Deus convida a uma MESA farta e gratuita
o povo faminto e sofredor, que estava no exílio.
"Venham matar a sede e comprar sem ter dinheiro
comer sem pagar, beber vinho e leite à vontade". (Is 55,1-3)

Era o apelo do profeta para que o Povo se animasse a voltar
à terra de origem, para recomeçar uma vida nova.
Seria o banquete da vida em liberdade, da terra repartida,
da moradia garantida, da saúde, da paz e bem estar.

A 2ª Leitura é um Hino ao amor de Deus,
que enviou ao mundo o seu próprio Filho,
para nos convidar ao BANQUETE da vida eterna. (Rm 8,35.37-39)

No Evangelho, Cristo realiza a profecia da primeira leitura,
alimentando o povo com a Multiplicação dos Pães. (Mt 14,13-21)

Seguido por uma imensa multidão, Jesus, como um novo Moisés,
vai ao deserto (novo Êxodo), onde repete o milagre do Maná.
Doa o seu pão ao Povo e convida os discípulos a distribuí-lo...

O DESERTO, para Israel, era o lugar do encontro com Deus.
Ali, Israel aprendeu a despir-se das suas seguranças humanas
e descobrir em cada passo a maravilhosa proteção do Senhor.
O deserto é o lugar e o tempo da partilha,
em que todos contam com a solidariedade da Comunidade.

+ PASSOS de Jesus para resolver o problema da fome:,

1. VÊ a "fome" e busca na comunidade a solução do problema.
Quando os discípulos buscam a solução mais fácil, despedindo o povo,
Jesus lhes ordena: "Dai-lhes vós mesmos de comer".
Quantos "famintos" de pão, de alegria, de apoio, de esperança!...
                                                                                                                                                  
2. Ensina COMO dar resposta a este desafio: PARTILHANDO.
Recolhe os "cinco pães e dois peixes", recita a bênção e manda partilhar...
Todos comeram, ficaram saciados e ... até sobrou.

3. Dá a RAZÃO para a partilha: Deus é o DONO de tudo.
"Tomou os 5 pães e os 2 peixes, ergueu os olhos ao céu e recitou a Bênção".
A "BÊNÇÃO" é uma fórmula de ação de graças,
pela qual se agradece a Deus pelos dons recebidos.
Isso significa reconhecer que o dom veio de Deus e
que pertence a todos os filhos de Deus. Não somos donos...

AS LEITURAS NOS LEMBRAM TRÊS VERDADES:

+ Deus convida todos para o "Banquete" do Reino
Os que vivem à margem da vida e da história,
os que têm fome de amor e de justiça,
os que vivem atolados no desespero,
os que o mundo condena e marginaliza,
os que não têm pão na mesa, nem paz no coração,
também são convidados para a Mesa do Reino.

+ Jesus nos compromete com a "fome" do mundo.
- A fome é companheira cruel de milhões de filhos de Deus...
   Quase dois terços da humanidade passa fome...
- Os APÓSTOLOS encontram a solução mais fácil:
  "Despede as multidões": "Mande-os para casa".
- JESUS não fica na mera "compaixão": cura os doentes,
  ilumina o povo com a sua palavra, partilha com eles o pão,
  entrega-se pessoalmente a eles como o Pão da Vida...
  * Quando os Apóstolos falam em "comprar", Jesus manda "dar":
     "Dai-lhe vós mesmos de comer..."
- NÓS também somos responsáveis pela fome no mundo...
  Nenhum cristão pode ficar alheio a essa triste realidade!...
  E o problema da fome no mundo também não se resolve apenas
  com programas de assistência social, mas com a partilha, com o amor.

O milagre da partilha pode acontecer na medida em que todos oferecem
na medida do pouco que tem. Não se trata de quantidade,
mas da generosidade que permite a realização do milagre.
E o milagre da partilha não se fecha nas coisas materiais.
Muitos necessitam um pouco do nosso tempo, de um olhar,                                               de um abraço, de uma visita...

+ Jesus nos convida a sentar à MESA e receber o Pão que ele oferece.

A narração tem um contexto eucarístico (ver palavras da consagração...)
Sentar-se à mesa com Jesus é comprometer-se com a dinâmica do Reino
e é assumir a lógica da partilha, do amor, do serviço.
Celebrar a Eucaristia obriga-nos a lutar contra as desigualdades,
os sistemas de exploração, os esbanjamentos… (recolheu as sobras...)
Quando celebramos a Eucaristia, tornamos Jesus presente no mundo,
fazendo com que o seu Reino se torne uma realidade viva na história.


                                Pe. Antônio Geraldo Dalla Costa - 03.08.2014

O TWITTER DO PAPA

2/08/2014
Quando não se adora a Deus, torna-se adorador de outra coisa. Dinheiro e poder são ídolos que muitas vezes tomam o lugar de Deus.
31/07/2014
Desejo a cada família que possa redescobrir a oração doméstica: também isso ajuda a entender-se e a perdoar.
29/07/2014
Olhemos com maior apreço o trabalho das aias e dos colaboradores domésticos: é um serviço precioso.
24/07/2014
Quando se vive preso ao dinheiro, ao orgulho ou ao poder, é impossível ser feliz.
22/07/2014
O grande risco do mundo actual é a tristeza individualista, que brota do coração mesquinho.

EVANGELHO DESTE SÁBADO DIA 02 DE AGOSTO

Dia Litúrgico: Sábado XVII do Tempo Comum
Evangelho (Mt 14,1-12): Naquele tempo, a fama de Jesus chegou aos ouvidos do rei Herodes. Ele disse aos seus cortesãos: «É João Batista! ele ressuscitou dos mortos; por isso, as forças milagrosas atuam nele». 
De fato, Herodes tinha mandado prender João, acorrentá-lo e colocá-lo na prisão, por causa de Herodíades, a mulher de seu irmão Filipe. Pois João vivia dizendo a Herodes: «Não te é permitido viver com ela». Herodes queria matá-lo, mas ficava com medo do povo, que o tinha em conta de profeta. 
Por ocasião do aniversário de Herodes, a filha de Herodíades dançou diante de todos, e agradou tanto a Herodes que ele prometeu, com juramento, dar a ela tudo o que pedisse. Instigada pela mãe, ela pediu: «Dá-me aqui, num prato, a cabeça de João Batista». O rei ficou triste, mas, por causa do juramento e dos convidados, ordenou que atendessem o pedido dela. E mandou cortar a cabeça de João, na prisão. A cabeça foi trazida num prato, entregue à moça, e esta a levou para a sua mãe. Os discípulos de João foram buscar o corpo e o enterraram. Depois vieram contar tudo a Jesus.
Comentário: Rev. D. Joan Pere PULIDO i Gutiérrez (Sant Feliu de Llobregat, Espanha)
A fama de Jesus chegou aos ouvidos do rei Herodes
Hoje, a liturgia convida-nos a contemplar uma injustiça: A morte de João Batista; e, também, descobrir na Palavra de Deus a necessidade de um testemunho claro e concreto de nossa fé para encher o mundo de esperança.

Convido-os a focalizar nossa reflexão na personagem do tetrarca Herodes. Realmente, para nós, não é um verdadeiro testemunho, mas nos ajudará a destacar alguns aspectos importantes para a nossa declaração de fé em meio do mundo. «Naquele tempo, a fama de Jesus chegou aos ouvidos do rei Herodes» (Mt 14,1). Esta afirmação distingue uma atitude aparentemente correta, mas pouco sincera. É a realidade que hoje podemos achar em muitas pessoas e, talvez também em nós mesmos. Muitas pessoas têm ouvido falar de Jesus, mas, quem é Ele realmente? que implicância pessoal nos une a Ele?

Em primeiro lugar, é necessário dar uma resposta correta; a do tetrarca Herodes não passa de ser uma vaga informação: «É João Batista! Ele ressuscitou dos mortos» (Mt 14,2). Com certeza sentimos falta da afirmação de Pedro diante da pergunta de Jesus: «E vós, quem dizeis que eu sou? Simão Pedro respondeu: ‘Tu és o Cristo, o Filho do Deus vivo’» (Mt 16,15-16). E esta afirmação não dá lugar para o medo ou para a indiferença, e sim abre a porta a um testemunho fundamentado no Evangelho da esperança. Assim o definia João Paulo II na sua Exortação apostólica A Igreja na Europa: «Junto à Igreja toda, convido aos meus irmãos e irmãs na fé a se abrirem constante e confiadamente a Cristo e, a se deixar renovar por Ele, anunciando com o vigor da paz e o amor a todas as pessoas de boa vontade que, quem encontra ao Senhor conhece a Verdade, descobre a Vida e, reconhece o Caminho que conduz a ela».

Que, hoje sábado, a Virgem Maria, a Mãe da esperança, nos ajude de verdade a encontrar Jesus e, a dar um bom testemunho Dele aos nossos irmãos.

sexta-feira, 1 de agosto de 2014

EVANGLEHO DESTA SEXTA FEIRA DIA 01 DE AGOSTO

Dia Litúrgico: Sexta-feira da 17ª semana do Tempo Comum
Evangelho (Mt 13,54-58): Jesus foi para sua própria cidade e se pôs a ensinar na sinagoga local, de modo que ficaram admirados. Diziam: «De onde lhe vêm essa sabedoria e esses milagres? Não é ele o filho do carpinteiro? Sua mãe não se chama Maria, e seus irmãos não são Tiago, José, Simão e Judas? E suas irmãs não estão todas conosco? De onde, então, lhe vem tudo isso?».
E ele tornou-se para eles uma pedra de tropeço. Jesus, porém, disse: «Um profeta só não é valorizado em sua própria cidade e na sua própria casa!». E não fez ali muitos milagres, por causa da incredulidade deles.
Comentário: Rev. D. Jordi POU i Sabater (Sant Jordi Desvalls, Girona, Espanha)
Um profeta só não é valorizado em sua própria cidade e na sua própria casa
Hoje, como naquele tempo, é difícil falar de Deus àqueles que nos conhecem há muito tempo. No caso de Jesus, são João Crisóstomo comenta: «Os nazarenos admiravam-se Dele, mas essa admiração não os levava a crer, mas a sentir inveja, como se dissessem: `Porque Ele, e não eu´». Jesus conhecia bem aqueles que em vez ouvi-lo, escandalizavam-se por causa Dele. Eram parentes, amigos, vizinhos pessoas que Ele apreciava, mas justamente a eles não chegará a mensagem da salvação. 

Nós —que não podemos fazer milagres nem temos a santidade de Cristo— não provocaremos inveja (ainda se por acaso possa acontecer, se realmente nos esforçarmos por viver como cristãos). Seja como for, nos encontraremos, como Jesus, com aqueles a quem amamos ou apreciamos, são os que menos nos escutam. Neste sentido, devemos recordar, também, que as pessoas vêem mais os defeitos do que as virtudes, e aqueles que estiveram ao nosso lado durante anos podem dizer interiormente —Tu que fazias (ou fazes) isto ou aquilo, o que vais me ensinar?
Pregar ou falar de Deus entre as pessoas do nosso povo ou família é difícil, mas é necessário. É preciso dizer que Jesus quando ia a casa estava precedido pela fama de seus milagres e sua palavra. Talvez, nós precisaremos estabelecer um pouco de fama de santidade por fora (e dentro) de casa antes de “predicar” às pessoas da casa.

São João Crisóstomo acrescenta no seu comentário: «Presta atenção, por favor, na amabilidade do Mestre: não lhes castiga por não ouvi-lo, mas diz com doçura: `Um profeta só não é valorizado em sua própria cidade e na sua própria casa´(Mt 13,57). Resulta evidente que Jesus iria-se triste desse lugar, mas continuaria suplicando para que sua palavra salvadora fosse bem-vinda no seu povo. 

E nós (que nada vamos perdoar ou deixar de lado), igual temos que orar para que a palavra de Jesus chegue até aqueles que amamos, mas não querem nos ouvir.